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Daniel VorcaroO caso Banco Master

Tribunal

Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal

Documentado

Principais fatos

Em 16/04/2026, na 4ª fase da Compliance Zero, foram presos preventivamente o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o advogado Daniel Monteiro, com sete mandados de busca; a Segunda Turma do STF manteve as prisões em julgamento virtual concluído em 24/04/2026 (Costa, 4 a 0: Mendonça, Fux, Nunes Marques e Gilmar Mendes; Monteiro, 3 a 1, com divergência parcial de Gilmar pela prisão domiciliar com tornozeleira); Toffoli se declarou suspeito.

Confirmado por fontes independentesFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)texto da reportagem#f05-cz-fase4-prisoes-costa
Detalhes da evidência
Fato
24 abr. 2026
Fonte
Por unanimidade, STF mantém prisão de ex-presidente do BRB — Agência Brasil (André Richter), 24 abr. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Número do processo e fundamentos dos votos não constam. A Jovem Pan cobre a prisão de 16/04, não o julgamento.
Confirmam
Compliance Zero completa 6 meses; o que a investigação sobre o Master já revelou
Citados
Paulo Henrique Costa, Daniel Lopes Monteiro, Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, Luiz Fux, Kassio Nunes Marques, Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Pet 15.556/DF - autos do inquérito da PF da Operação Compliance Zero no STF (representação inicial; relator: Mendonça de fev/2026 a 12/09/2026; avocada pela Presidência em 12/09/2026)
Estado
Revisado

Procedimentos

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

A Segunda Turma do STF negou recurso da União no ARE 1.327.995 (Destilaria Alcídia, indenização por controle de preços do extinto IAA), por 3 votos a 2: Fachin (relator), Toffoli e Nunes Marques a favor da empresa; Gilmar Mendes e André Mendonça vencidos. O ICL e o senador Alessandro Vieira (peça descrita pela Imirante) situam a decisão em 01/10/2024; a CNN a situa em outubro de 2024 sem informar o dia; o Poder360 (nota de Gilmar Mendes) situa o julgamento da Segunda Turma em 3 de junho de 2025, com a mesma maioria. As datas não foram conciliadas.

Confirmado por fontes independentesFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seção ‘Caso Alcídia’#f10-alcidia-julgamento-3x2

O Poder360 (18/09/2026) situa o julgamento da Alcídia na Segunda Turma em 3 de junho de 2025, pela nota de Gilmar Mendes, com a mesma maioria (Fachin, Nunes Marques e Toffoli) e Gilmar e Mendonça vencidos; em junho de 2025, segundo a CNN, a advogada Camilla Ramos comemorou a Vorcaro ‘uma vitória’ na Segunda Turma, elogiando o voto de Nunes Marques.

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seção ‘Caso Alcídia (ARE 1.327.995)’#f10-alcidia-segunda-data-2025-06

Nunes Marques foi inicialmente registrado como impedido no caso Alcídia (o sistema do STF registrou o impedimento em fevereiro de 2024 e o reverteu no mês seguinte, segundo a peça do senador Alessandro Vieira descrita pela Imirante) e votou em 01/10/2024; segundo sua assessoria, o registro ocorreu porque ele analisara o caso como vice-presidente do TRF-1, e depois concluiu que não havia impedimento técnico, pois o debate era jurídico e mais amplo.

ContestadoFonte: Times Brasil (CNBC) · original (abre em nova aba)seção ‘Precedente: impedimento já revisto’#f10-alcidia-impedimento-revertido
Kassio Nunes Marques (21 set. 2026): À CNN e ao Metrópoles, o ministro classificou a divulgação como tentativa de criar narrativa para incriminá-lo; disse nunca ter autorizado ninguém a falar em seu nome, nunca ter trocado mensagens com Vorcaro, nunca ter votado a favor dele ou do Master e que o processo que julgou no STF não se relaciona às ações de precatórios do STJ. Sobre o Alcídia, a assessoria afirma que o impedimento fora registrado porque ele analisara o caso como vice-presidente do TRF-1, que depois concluiu não haver impedimento técnico e que as mensagens celebravam tese ampla, não caso do Master. Na peça de Vieira, a assessoria repete que não havia impedimento e que o processo tratava de tese de alcance amplo. Classificou como irresponsável relacionar sua atuação aos serviços prestados pelo filho ou por terceiros.

A CNN afirma que, segundo a PF, a carteira de precatórios do setor sucroalcooleiro mantida pelo Master superava R$ 10 bilhões e que uma decisão favorável à Alcídia poderia afetá-la; o ICL Notícias, descrevendo relatório da PF de 09/02/2026, repete o valor de R$ 10 bilhões e registra a frase de André Kruschewsky Lima, então diretor jurídico do Master, de que o caso poderia ser ‘paradigma para nossos casos’.

Kassio Nunes Marques (21 set. 2026): À CNN e ao Metrópoles, o ministro classificou a divulgação como tentativa de criar narrativa para incriminá-lo; disse nunca ter autorizado ninguém a falar em seu nome, nunca ter trocado mensagens com Vorcaro, nunca ter votado a favor dele ou do Master e que o processo que julgou no STF não se relaciona às ações de precatórios do STJ. Sobre o Alcídia, a assessoria afirma que o impedimento fora registrado porque ele analisara o caso como vice-presidente do TRF-1, que depois concluiu não haver impedimento técnico e que as mensagens celebravam tese ampla, não caso do Master. Na peça de Vieira, a assessoria repete que não havia impedimento e que o processo tratava de tese de alcance amplo. Classificou como irresponsável relacionar sua atuação aos serviços prestados pelo filho ou por terceiros.

Segundo a CNN, em junho de 2025 Camilla Ramos comemorou a Vorcaro uma ‘vitória’ em ação na Segunda Turma do STF, com a frase ‘Um excelente voto do Min. Nunes Marques’; o Metrópoles registra que ela escreveu que o voto fazia ‘a distinção dos casos’ sobre critérios de indenização.

AlegadoFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seção ‘Mensagens com datas’ (junho de 2025)#f10-camilla-elogio-voto
Kassio Nunes Marques (21 set. 2026): À CNN e ao Metrópoles, o ministro classificou a divulgação como tentativa de criar narrativa para incriminá-lo; disse nunca ter autorizado ninguém a falar em seu nome, nunca ter trocado mensagens com Vorcaro, nunca ter votado a favor dele ou do Master e que o processo que julgou no STF não se relaciona às ações de precatórios do STJ. Sobre o Alcídia, a assessoria afirma que o impedimento fora registrado porque ele analisara o caso como vice-presidente do TRF-1, que depois concluiu não haver impedimento técnico e que as mensagens celebravam tese ampla, não caso do Master. Na peça de Vieira, a assessoria repete que não havia impedimento e que o processo tratava de tese de alcance amplo. Classificou como irresponsável relacionar sua atuação aos serviços prestados pelo filho ou por terceiros.

O que ainda não se sabe

  • Composição exata em cada sessão não confirmada: a Agência Brasil cita Mendonça, Fux, Nunes Marques e Gilmar, com Toffoli suspeito.

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