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Daniel VorcaroO caso Banco Master

Instituto de previdência (RPPS)

Itaprevi (instituto de previdência dos servidores de Itaguaí)

Documentado · Itaguaí / RJ

Principais fatos

O Itaprevi, de Itaguaí, aplicou cerca de R$ 59,6 milhões em letras financeiras do Master entre junho e julho de 2024, mais de 20% da carteira, com prazo estimado de dez anos e classificação de risco especulativa B+.

Confirmado por fontes independentesFonte: Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeirodescrito em fonte:f02b-jornalatual-2026-08-07-itaguai, fonte:f02b-temporealrj-2026-08-06-itaguai e fonte:f02b-boletimrj-2026-07-18-tcerj#f02b-itaguai-aplicacoes

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
jun. 2024 a jul. 2024
Fonte
Relatório de auditoria e voto do conselheiro José Gomes Graciosa (TCE-RJ) sobre as aplicações do Itaprevi em LF do Banco Master — Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, ago. 2026
Acesso
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
Consulta
17 out. 2026
Limites
Relatório do TCE-RJ não examinado. O Boletim RJ republica o Temporealrj e não é confirmação independente dele; Jornal Atual e Tempo Real concordam. Datas e valores de cada aporte não foram lidos (um buscador indicou R$ 29,6 mi em 28/06/2024 e R$ 30 mi em 03/07/2024, a partir de página que não abriu): o projeto não registra a divisão. Rating B+ só no Boletim e no Tempo Real.
Confirmam
TCE notifica Rubao em caso sobre investimentos do Itaprevi no Banco Master; TCE-RJ devassa aporte de R$ 59,6 milhões no Banco Master pelo Itaprevi; Cemitérios, consignados e bilhões: processos do TCE-RJ apontam gestão temerária e ameaça a aposentadorias em investimentos no Master
Citados
Itaprevi (instituto de previdência dos servidores de Itaguaí), Banco Master
Estado
Documentado

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

Auditoria do Ministério da Previdência, compartilhada com a PF, apontou que os processos de habilitação do Master e de autorização de letras financeiras usaram justificativas com textos iguais em diferentes RPPS (Amprev e documentos de redação idêntica em Itaguaí, Aparecida de Goiânia e Congonhas), variando só os valores, e classificou a conduta como negligência incompatível com a responsabilidade fiduciária.

Fonte únicaFonte: Ministério da Previdência Socialdescrito em fonte:f02b-investidor-inst-2026-02-11-auditoria-mps#f02b-mps-auditoria-textos-iguais

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

O TCE-RJ apontou, no caso do Itaprevi, ausência de estudos técnicos que justificassem as aplicações, alteração da política de investimentos (o limite para letras financeiras subiu de 2% para 20% da carteira e foi retirada a exigência de classificação de risco mínima), possíveis irregularidades no credenciamento do banco, decisão contraria as recomendações da consultoria e credenciamento com documentos produzidos pela própria instituição financeira.

Confirmado por fontes independentesFonte: Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeirodescrito em fonte:f02b-jornalatual-2026-08-07-itaguai e fonte:f02b-boletimrj-2026-07-18-tcerj#f02b-itaguai-tcerj-achados

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

O plenário do TCE-RJ aprovou, por voto do relator José Gomes Graciosa, a notificação de Rubem Vieira de Souza (Rubao), ex-prefeito de Itaguaí, de Fernanda Pereira da Silva Machado, ex-presidente do Itaprevi, e de outros ex-diretores e conselheiros para apresentarem defesa em 15 dias, e determinou o envio de cópia do processo ao MPRJ e a Secretaria de Regime Próprio do Ministério da Previdência.

Confirmado por fontes independentesFonte: Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeirodescrito em fonte:f02b-jornalatual-2026-08-07-itaguai e fonte:f02b-temporealrj-2026-08-06-itaguai#f02b-itaguai-notificados

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Segundo o Tempo Real RJ, Fernanda Pereira da Silva Machado, ex-gerente de Controle Interno e Auditoria do Rioprevidência, assumiu a presidência do Itaprevi e em menos de duas semanas viabilizou os aportes no Master; a reportagem diz que ela também foi alvo da PF em investigação sobre o fundo estadual.

Fonte únicaFonte: Tempo Real RJ · original (abre em nova aba)seção 'Gestão e nomeação'#f02b-itaguai-fernanda-origem-rioprev

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

O Itaprevi aplicou R$ 29,6 milhões em letras financeiras do Master em 28/06/2024 e R$ 30 milhões em 03/07/2024 (total de R$ 59,6 milhões), cerca de 20% do patrimônio do instituto, a maior fatia entre os 18 entes que investiram no banco; o caixa do instituto era de cerca de R$ 300 milhões e o déficit atuarial de cerca de R$ 1 bilhão.

Rubem Vieira de Souza, o Dr. Rubão (Podemos), presidiu a Câmara de Itaguaí e exerceu a prefeitura interinamente de julho a dezembro de 2020, foi eleito prefeito em 2020 (mandato de 2021 a 2024, pelo calendário eleitoral) e foi notificado pelo TCE-RJ em agosto de 2026, como ex-prefeito, no processo sobre as aplicações do Itaprevi.

Fonte únicaFonte: Lex · original (abre em nova aba)seção Contexto do terceiro mandato#f14-itaguai-prefeito-rubao

O que ainda não se sabe

  • nome oficial completo e CNPJ não localizados

id permanente: org:itaprevi