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Daniel VorcaroO caso Banco Master

Banco público

BRB - Banco de Brasília S.A.

Documentado · Brasília / DF

Controle

Principais fatos

Em 28/03/2025 o Conselho de Administração do BRB aprovou por unanimidade a celebração de contrato de compra de ações do Banco Master: 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais (58% do capital total), por 75% do patrimônio líquido consolidado do Master, ajustável por baixas de ativos. Pagamento: 50% à vista no fechamento; 25% a 50% em conta escrow até a conclusão da diligência; eventual saldo no 2o aniversário do fechamento. Condições: aprovação do Banco Central e do Cade.

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)texto integral da matéria#f03-conselho-aprova-compra-2025-03-28
Detalhes da evidência
Fato
28 mar. 2025
Fonte
Conselho do BRB aprova compra do Banco Master — Poder360, 28 mar. 2025
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Fato relevante original do BRB não aberto (fonte:f03-brb-fr-2025-03-28-compra-master e documento descrito). A Agência Brasil confirma 49% ON e 100% PN e o requerimento de 28/03/2025, não os demais termos. Não identifica os conselheiros nem quem votou; só informa unanimidade.
Confirmam
BC rejeita compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB)
Citados
BRB - Banco de Brasília S.A., Banco Master
Estado
Revisado

Em 03/09/2025 o BRB comunicou em fato relevante que o Banco Central indeferiu o requerimento protocolado em 28/03/2025 para a aquisição de participação no Master; o BRB pediu acesso a íntegra da decisão e reiterou que a transação era oportunidade estratégica.

Confirmado por fontes independentesFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)seções Decisão e Fato relevante#f03-bc-indefere-2025-09-03
Detalhes da evidência
Fato
3 set. 2025
Fonte
BC rejeita compra do Master pelo Banco de Brasília (BRB) — Agência Brasil, 3 set. 2025
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Fato relevante não aberto; o BC não havia se pronunciado no momento da matéria. Fundamentos do indeferimento não consta em fonte oficial lida. Uma busca indicou que a Folha reportou 'risco de sucessão' como motivo, não verificado.
Confirmam
Leia a cronologia sobre o caso do Banco Master
Citados
BRB - Banco de Brasília S.A., Banco Central, Banco Master
Estado
Documentado

Segundo relatório confidencial do grupo de trabalho do BRB (concluído em 19/05/2025), entre 24/12/2024 e 24/04/2025 o Master assinou 26 contratos com a Tirreno que somam R$ 6,347 bi em preços de compra e vendeu essas carteiras ao BRB por R$ 11,530 bi.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
24 dez. 2024 a 24 abr. 2025
Fonte
Como grupo de trabalho descobriu que BRB era passado para trás pelo Master — Metrópoles (coluna de Demetrio Vecchioli) (Demetrio Vecchioli), out. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Documento interno do BRB não examinado. Valores de venda ao BRB são contratados/cedidos; a reportagem não afirma quanto foi efetivamente pago nem liquidado. Diferença de R$ 5,18 bi entre compra pelo Master e venda ao BRB e cálculo do projeto sobre os dois números da matéria; a matéria não a chama de prêmio.
Citados
BRB - Banco de Brasília S.A., Banco Master, Tirreno (consultoria)
Estado
Documentado

O BRB confirmou prejuízo de R$ 2,6 bi em títulos da Tirreno e provisão total de R$ 8,8 bi; os ativos adquiridos do Master somam R$ 21,9 bi segundo a matéria, e R$ 6,2 bi (diferença entre 8,8 e 2,6) seriam títulos que o BRB considera frágeis, supervalorizados ou com indícios de fraude. Em 09/06/2026 o presidente Nelson de Souza disse na CAE do Senado que o provisionamento funciona como reserva para evitar a quebra e que ao menos R$ 8,8 bi dos R$ 30 bi em títulos comprados do Master podem estar perdidos, dos quais R$ 2,6 bi sem lastro.

Confirmado por fontes independentesFonte: Correio Braziliense · original (abre em nova aba)seções Valores e O que o BRB confirmou#f03-brb-prejuizo-2-6-provisao-8-8
Detalhes da evidência
Fato
21 abr. 2026
Fonte
BRB confirma prejuízo R$ 2,6 bilhões em títulos adquiridos da empresa Tirreno — Correio Braziliense, 21 abr. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Números declarados pelo BRB a imprensa; o balanço de 2025 não foi publicado, então não há perda 'reconhecida em balanço'. R$ 21,9 bi (Correio), R$ 30 bi (Agência Brasil), R$ 33,9 bi (BC via UOL) e R$ 16,7/17/17,5 bi (PF/outros) descrevem universos diferentes e não devem ser somados nem reconciliados sem o documento original.
Confirmam
BRB precisa de R$ 8,8 bilhões para fazer frente a perdas com o Master
Citados
BRB - Banco de Brasília S.A., Banco Master, Tirreno (consultoria), Nelson Antonio de Souza
Estado
Revisado

Em fato relevante de 31/03/2026 o BRB informou que a publicação das demonstrações financeiras do 3o e 4o trimestres de 2025 seria postergada para concluir a auditoria forense contratada sobre eventos da Operação Compliance Zero e avaliar seus impactos; a apreciação ocorreria na continuidade da AGO.

Detalhes da evidência
Fato
31 mar. 2026
Fonte
Fato Relevante - Divulgação Resultados 2026 (adiamento das demonstrações do 3T e 4T de 2025) — BRB - Banco de Brasília S.A., 31 mar. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Não informa valores de perda. Não foi localizada em fonte lida nenhuma publicação posterior do balanço; busca em 17/10/2026 no RI não achou. A afirmação do TCDF (Agência Brasil) de que o BRB está sem apresentar balanços desde o ano passado e consistente.
Citados
BRB - Banco de Brasília S.A.
Estado
Revisado

Em fato relevante de 28/05/2026 o BRB informou que, na Ação Cível Originária 3.755/DF no STF, foi firmado termo de solução consensual entre o DF (controlador), a União, o Banco Central e o BRB: o DF contratara operação de crédito junto ao FGC de até 16% da Receita Corrente Líquida, exclusivamente para aporte de capital no BRB, com fiança de sindicato de instituições financeiras e contragarantia do DF (incluindo FPE e FPM), sem aval, garantia ou transferência de recursos da União; a implementação depende da análise do plano de negócios e das condições técnicas do FGC e de outras aprovações.

Comprovado por documentoFonte: BRB - Banco de Brasília S.A. · original (abre em nova aba)1o e 2o parágrafos#f03-acordo-fgc-aco3755
Detalhes da evidência
Fato
28 maio 2026
Fonte
Fato Relevante - acordo FGC (ACO 3.755/DF no STF) — BRB - Banco de Brasília S.A., 28 maio 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Valor em reais não consta do fato relevante (apenas 16% da RCL). As estimativas de R$ 6,5/6,6 bi vem de outras fontes. Operação não concluída segundo as fontes lidas.
Citados
BRB - Banco de Brasília S.A., Governo do Distrito Federal (GDF), FGC, Banco Central, STF
Estado
Documentado

A PF diz ter identificado propina de Vorcaro ao ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa na forma de seis imóveis de luxo (quatro em São Paulo e dois em Brasília), registrados em nome de seis empresas, com valor total acordado de R$ 146,5 milhões e mais de R$ 74,6 milhões já rastreados; a decisão de Mendonça de 16/04/2026 decretou a prisão preventiva de Costa e do advogado Daniel Monteiro.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
16 abr. 2026
Fonte
Veja os seis imóveis de luxo que foram pagos como propina por Vorcaro ao ex-presidente do BRB — Times Brasil (CNBC) (Allan Ravagnani), 16 abr. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Alegação da PF acolhida em decisão cautelar; não é condenação. Valor total também aparece como R$ 140 milhões (título/corpo da outra matéria do Times Brasil) e R$ 146 milhões: não reconciliados. Não há valor por imóvel. Nenhuma das duas matérias traz a defesa. Segundo a reportagem, os recursos aportados nas empresas vieram de fundos da REAG, e Vorcaro teria mandado paralisar os pagamentos ao saber de procedimento sigiloso do MPF (maio de 2025).
Citados
Paulo Henrique Costa, Daniel Lopes Monteiro, Daniel Vorcaro, BRB - Banco de Brasília S.A., Reag Investimentos, Polícia Federal, STF
Estado
Revisado

Segundo a PF, via CNN Brasil, entre julho de 2024 e outubro de 2025 o BRB transferiu cerca de R$ 16,7 bilhões ao grupo Master, dos quais R$ 12,2 bilhões em operações com indícios de fraude (carteiras de crédito sem lastro e supervalorizadas), e cerca de R$ 150 milhões em imóveis teriam sido oferecidos como propina para facilitar a compra; a PF ouvirá ainda Paulo Henrique Costa, sem data.

AlegadoGraveFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seção 'What the PF is investigating'#f05-pf-brb-valores
Detalhes da evidência
Fato
15 out. 2026
Fonte
Caso Master: Vorcaro presta hoje novo depoimento à PF sobre o BRB — CNN Brasil (Jonatas Martins), 15 out. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Valores 'transferidos' e 'com indício de fraude' são alegações da PF; não são perda reconhecida nem prejuízo apurado em perícia. R$ 150 mi (CNN) e R$ 146,5 mi (outras fontes) são aproximações do mesmo tema. A defesa pediu perícia para afastar a narrativa de fraude e prejuízo.
Confirmam
Vorcaro nega fraude de R$ 12 bi no BRB e chama Compliance Zero de 'açodada'
Citados
BRB - Banco de Brasília S.A., Banco Master, Polícia Federal, Paulo Henrique Costa, Daniel Vorcaro
Estado
Documentado

Na 1ª fase, a 10ª Vara Federal de Brasília afastou dos cargos o então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, e o diretor financeiro Dario Oswaldo Garcia.

Confirmado por fontes independentesFonte: Jovem Pan · original (abre em nova aba)seção da 1ª fase#f05-brb-afastamentos-fase1
Detalhes da evidência
Fato
18 nov. 2025
Fonte
Compliance Zero completa 6 meses; o que a investigação sobre o Master já revelou — Jovem Pan, 18 maio 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Afastamento cautelar do cargo, não condenação. A Metrópoles confirma o afastamento de Dario Garcia em novembro de 2025 e a busca contra ele.
Confirmam
Em 4 horas de depoimento à PF, Vorcaro diz que fraude no BRB é 'fantasiosa'
Citados
Paulo Henrique Costa, Dario Oswaldo Garcia Junior, BRB - Banco de Brasília S.A., 10ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Distrito Federal
Estado
Documentado

Operações e pagamentos

Procedimentos

Relações documentadas

  • Contrato Banco Master — Contrato de compra e venda de 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais (58,04% do capital), assinado em 28/03/2025, sujeito a aprovação do BC, que indeferiu em 03/09/2025; preço previsto de 75% do patrimônio líquido ajustado (valor contratado, não pago). (28 mar. 2025 a 3 set. 2025) [evid][evid][evid]
  • Administração Paulo Henrique Costa — Presidente do BRB de 31/01/2019 até o afastamento judicial de 18/11/2025. (31 jan. 2019 a 18 nov. 2025) [evid][evid]
  • Administração Dario Oswaldo Garcia Junior — Diretor executivo de Finanças e Controladoria do BRB; afastado em 18/11/2025. (? a 18 nov. 2025) [evid][evid]
  • Administração Marcelo Talarico — Descrito como ex-presidente do Conselho de Administração do BRB. (2025) [evid]
  • Sociedade Governo do Distrito Federal (GDF) — O GDF e acionista controlador do BRB (53,7% das ações, informado em junho de 2026). (jun. 2026) [evid]
  • Contrato Banco Master — Contrato de compra de participação (49% ON, 100% PN) aprovado pelo conselho do BRB em 28/03/2025; indeferido pelo BC em 03/09/2025. Não concretizado. (28 mar. 2025) [evid][evid]
  • Aplicação financeira Banco Master — Compras de carteiras de crédito (CCBs) do Master pelo BRB entre 2024 e 2025; parte ligada a Tirreno, com créditos não confirmados segundo PF/BC. (jul. 2024 a out. 2025) [evid][evid][evid]
  • Contrato Quadra Gestão de Recursos S.A. (Quadra Capital) — MoU de 20/04/2026 para transferir ativos oriundos do Master a fundo estruturado pela Quadra; encerrado pelo BRB em 17/07/2026. (20 abr. 2026 a 17 jul. 2026) [evid][evid]
  • Investigação Tribunal de Contas do Distrito Federal — Processo convertido em Tomada de Contas Especial; bloqueio cautelar de até R$ 2,76 bi de cinco ex-dirigentes em 23/09/2026. (23 set. 2026) [evid]
  • Investigação Ministério Público do Distrito Federal e Territórios — Inquérito civil (01/04/2025) e ação civil com liminar (maio de 2025) sobre a aquisição. (1 abr. 2025 a hoje) [evid][evid]

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

Em nota de eventos subsequentes, o Master registrou que em 28/03/2025 o BRB anunciou a aquisição de 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais (58% do capital total), com reorganização societária em que o Master ficaria apenas com o Banco Master Múltiplo (e as controladas Will) e a Maximainvest Securitizadora, sujeita a aprovação do BC e do CADE.

Comprovado por documentoFonte: Banco Master S.A. · original (abre em nova aba)nota explicativa 34 - eventos subsequentes#f01-df2024-evento-subsequente-brb

A Agência Pública relata que, segundo a PF, a Tirreno seria empresa de fachada criada por Vorcaro que vendeu créditos ao BRB (R$ 12,2 bilhões), e que o BRB comprou carteiras de crédito inexistentes do Master desde julho de 2024, negócios que chegaram a R$ 12 bilhões segundo a PF.

AlegadoGraveFonte: Agência Pública · original (abre em nova aba)linhas de julho de 2024 e seção «Valores-chave»#f01-tirreno-pf-brb

Em fato relevante de 22/08/2025, o BRB informou que a aquisição de 58,04% do capital do Master (49% das ordinárias e 100% das preferenciais), anunciada em 28/03/2025, já tinha anuência do CADE e aguardava análise do BC; o preço seria 75% do patrimônio líquido consolidado ajustado, 50% à vista e até 50% retido em escrow por seis anos; os aumentos de capital de R$ 750 milhões no BRB e de R$ 2 bilhões no Master já tinham sido aprovados pelo BC; e o BC aprovara a transferência do controle do Banco Voiter, retirando-o do Conglomerado Prudencial Master.

Comprovado por documentoFonte: BRB - Banco de Brasília S.A. · original (abre em nova aba)itens 1, 4 e abertura do fato relevante#f01-brb-estrutura-operacao

Segundo o BRB (22/08/2025), após a due diligence o perímetro da operação excluiria cerca de R$ 51,2 bilhões em ativos e passivos: no ativo, precatórios de R$ 9,43 bilhões, R$ 7,59 bilhões em operações de crédito concentradas ou sem garantia real, fundos de direitos creditórios e ações de R$ 19,48 bilhões, CRIs de R$ 2,47 bilhões e R$ 12,28 bilhões em outros créditos; no passivo, depósitos interfinanceiros internos e cerca de R$ 33 bilhões de CDBs distribuídos por plataformas, com custo próximo a 120% do CDI. Ajustes de R$ 601,9 milhões no patrimônio líquido e reforço de cerca de R$ 2 bilhões em provisões; ativo de partida do Master em cerca de R$ 24 bilhões.

Comprovado por documentoFonte: BRB - Banco de Brasília S.A. · original (abre em nova aba)item 2 - Perímetro da Operação#f01-brb-perimetro-excluido

Na noite de 03/09/2025, após o fechamento do mercado, o Banco Central indeferiu a compra pelo BRB de 58% do Master (R$ 2 bilhões), antecipando a análise, e não informou os motivos; o BRB comunicou o mercado por fato relevante, pediu acesso à íntegra da decisão para avaliar os fundamentos e alternativas e disse que o contrato seria rescindido conforme seus termos.

Confirmado por fontes independentesFonte: Correio Braziliense · original (abre em nova aba)texto da reportagem (Victor Correia e Ana Maria Campos)#f01-bc-veto-brb-2025-09-03
BRB - Banco de Brasília S.A. (3 set. 2025): Em fato relevante, o BRB confirmou a notificação do BC, pediu acesso à íntegra da decisão para avaliar fundamentos técnicos e alternativas, descreveu a transação como oportunidade estratégica e informou que o contrato seria rescindido conforme seus termos.

Segundo a PF, o BRB repassou cerca de R$ 16,7 bilhões ao grupo de Vorcaro entre julho de 2024 e outubro de 2025, dos quais R$ 12,2 bilhões envolvem operações com indícios de fraude; a PF também suspeita que Vorcaro ofereceu cerca de R$ 150 milhões em imóveis como propina para facilitar os negócios.

AlegadoGraveFonte: Brasil de Fato · original (abre em nova aba)seção «Valores BRB-Master (segundo a PF)»#f01-brb-repasses-pf

Em 15/10/2026 Vorcaro, preso preventivamente desde março de 2026 na Papudinha (Complexo da Papuda, Brasília), seria ouvido pela PF por videoconferência sobre as negociações entre o Master e o BRB; em 13/10/2026 seus advogados divulgaram carta em que ele diz querer falar sobre «todas as minhas relações».

Fonte únicaFonte: Brasil de Fato · original (abre em nova aba)seções «Situação atual de Vorcaro», «Depoimento» e «Carta»#f01-vorcaro-preso-out-2026

A 1a Vara da Fazenda Pública do DF, em ação do MPDFT, suspendeu liminarmente a assinatura do contrato definitivo de compra do Master até autorização da assembleia de acionistas e do Legislativo distrital; atos preparatórios foram preservados. O BRB sustentou que a operação, por não ser de controle total, dispensava essas formalidades (Lei 13.303/2016). A CLDF registra que o TJDFT manteve o impedimento.

Fonte únicaFonte: Lex · original (abre em nova aba)texto integral#f03-liminar-1vfp-2025-05

Em 19/08/2025 a CLDF aprovou, em dois turnos e redação final, por 14 votos a 7, o PL 1882/2025, que autoriza o BRB a adquirir 49% das ações ordinárias e 100% das preferenciais do Master. O substitutivo da bancada do PT, acatado, retirou os artigos que davam autorizações genéricas para o BRB participar de outras instituições financeiras.

Segundo decisão judicial citada pelo Brasil de Fato (TRF-1, 28/11/2025), durante a análise o Banco Central identificou indícios de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e enviou representação criminal ao Ministério Público Federal.

Fonte únicaFonte: Brasil de Fato · original (abre em nova aba)seção Procedimento e decisão#f03-bc-representacao-mpf

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Em 18/11/2025, no primeiro dia da Operação Compliance Zero, a Justiça afastou por 60 dias o presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o diretor executivo financeiro Dario Oswaldo Garcia Junior; ambos eram alvo de busca e apreensão. O BRB informou que nenhuma prisão foi realizada.

Nelson Antonio de Souza foi indicado pelo governador Ibaneis Rocha para a presidência do BRB, divulgado em fato relevante de 19/11/2025; teve o nome aprovado pela Comissão de Economia e pelo plenário da CLDF em 24/11/2025 e pelo Banco Central em 26/11/2025. Ibaneis havia escolhido antes Celso Eloi, mas optou por Souza. Paulo Henrique Costa e Dario Garcia foram afastados.

Segundo relatório da PF ao STF, cujo sigilo foi retirado em 09/10/2026, Ibaneis Rocha teria autorizado valores de aumento de capital do BRB, definido a estratégia de expansão e validado decisões operacionais críticas, com decisões estratégicas do banco público submetidas a ele antes de serem tomadas; teria ainda articulado com agentes privados. A reportagem ressalta que ele e citado poucas vezes e que o documento e da PF, não decisão judicial.

ContestadoGraveFonte: Brasil de Fato · original (abre em nova aba)seção Papel de Ibaneis Rocha#f03-pf-ibaneis-papel-bdf

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Ibaneis Rocha (out. 2026): A defesa, conduzida pelo advogado Antonio Carlos de Almeida Castro (Kakay), nega pressão ou ingerência nas operações do BRB, diz que o presidente do banco tinha autonomia, que Ibaneis não é interlocutor direto de Vorcaro e que e citado poucas vezes (quatro, segundo a defesa) no relatório.

Em 15/10/2026 O Tempo registrou que a defesa de Paulo Henrique Costa afirma que ele 'foi presidente do BRB, não seu dono' e que decisões desse porte exigiam aprovação do Conselho de Administração, cujo acionista majoritário era o GDF; a defesa de Ibaneis nega ingerência.

AlegadoFonte: O Tempo · original (abre em nova aba)seção Respostas e posições#f03-phc-defesa-ibaneis-otempo

Laudo pericial da PF de 13/08/2026, tornado público em 11/09/2026, aponta participação individual de seis ex-dirigentes do BRB nas aquisições de carteiras do Master (R$ 17,5 bi): Paulo Henrique Costa (presidente), Cristiane Maria Lima Bukowitz (Gestão de Pessoas), Dario Oswaldo Garcia Junior (Finanças e Controladoria, unidade proponente das notas executivas, aparece em e-mails autorizando liquidação), Luana de Andrade Ribeiro (Controle e Riscos, assinou relatórios de desenquadramento e votou a favor em 11 deliberações posteriores), Diogo Ilario de Araujo Oliveira (Atacado e Governo) e José Maria Correa Dias Junior (Tecnologia). O diretor jurídico Jacques Veloso não foi individualizado por não ter voto.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Em 20/08/2026 a PF enviou relatório parcial ao STF e pediu 60 dias de prorrogação ao ministro André Mendonça; afirma ter identificado participação individualizada de integrantes da Diretoria Colegiada (Dicol) do BRB nas decisões investigadas e que e preciso inclui-los no polo passivo do inquérito e ouvi-los.

Em 23/09/2026, em sessão reservada e por unanimidade, o TCDF determinou o bloqueio cautelar de até R$ 2.761.749.206,55 em contas e bens de cinco ex-dirigentes do BRB, para resguardar eventual ressarcimento aos cofres públicos; os atingidos têm 30 dias para se manifestar. O processo foi convertido em Tomada de Contas Especial; o BRB deve enviar em 24 horas o relatório da auditoria independente contratada; há instrução prioritária para avaliar estender o bloqueio a outras pessoas.

Confirmado por fontes independentesFonte: Agência Brasil · original (abre em nova aba)texto integral#f03-tcdf-bloqueio-2026-09-23

Segundo o mesmo relatório, o GT do BRB foi formado em 26/02/2025 e passou a questionar o Master em 02/04/2025; em 08/04/2025 verificou 47 contratos de 15 pessoas, dos quais 8 existiam; em 29-30/04/2025 o tesoureiro do Master confirmou que parte dos contratos vinha de outra instituição; em 02/05/2025 o nome Tirreno apareceu por escrito; em 05/05/2025 o Master enviou contratos da Tirreno e o BC mostrou que ela não era autorizada a operar como instituição financeira. Em fins de 2024 e ao menos três vezes em jan-fev/2025 o Master pediu ao BRB a devolução de carteiras vendidas, oferecendo substituição.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Segundo a reportagem sobre o relatorio do GT, em 05/05/2025 a diretoria do BRB decidiu nao exercer por 120 dias a clausula de recompra que obrigaria o Master a devolver o dinheiro e determinou a compra de outros R$ 750 milhoes em carteiras do Master. Em 04/05/2025 o entao presidente, Paulo Henrique Costa, escreveu 'A operação não vai sair sem eles' ao cobrar documentos. O relatorio do GT foi concluido em 19/05/2025.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Segundo documentos da Compliance Zero, o BRB pagou R$ 6,7 bi pelos créditos e R$ 5,5 bi a título de prêmio, entre janeiro e maio de 2025, num conjunto de R$ 12,2 bi de créditos que, segundo indícios do BC, não existiam. Em amostra de 30 clientes o BC não ligou nenhum contrato vendido ao BRB a um pagamento ao tomador; em quatro dias de janeiro de 2025 houve 182 mil operações para 151 mil pessoas concentradas em 12 valores por dia.

ContestadoGraveFonte: Jovem Pan (coluna de Bruno Pinheiro) · original (abre em nova aba)seções Valores, Amostra e Operações#f03-bc-auditoria-12-2bi-jovempan

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Daniel Vorcaro (2025): Segundo o Metrópoles, Vorcaro teria dito ao STF que o BRB nunca pagou de fato pelas carteiras. Em carta divulgada em 13/10/2026 disse querer falar de forma objetiva e transparente sobre todos os assuntos investigados.
Cartos Sociedade de Crédito Direto S.A. (set. 2026): A Cartos nega ter originado, estruturado, comercializado, intermediado ou cedido créditos ligados ao caso e diz nunca ter mantido relação com a Tirreno.

O relatório da PF reproduz resultado de auditoria do BC sobre as carteiras da Tirreno ('empresa de fachada controlada pela Cartos', segundo a PF) e conclui que as carteiras cedidas ao BRB eram inexistentes ('Nenhum crédito sequer pode ser confirmado'). Do total de R$ 12,2 bi em CCBs do Master adquiridas pelo BRB, R$ 4,05 bi foram comprados depois de questionamentos do BC sobre a originadora dos créditos. O BRB assinou TAC com o BC em 10/02/2025.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Cartos Sociedade de Crédito Direto S.A. (set. 2026): A Cartos nega ter originado, estruturado, comercializado, intermediado ou cedido créditos ligados ao caso e diz nunca ter mantido relação com a Tirreno.

Segundo a PF, o BRB transferiu cerca de R$ 17 bi ao Master na compra de carteiras de crédito e cerca de R$ 12,2 bi eram títulos sem valor (CCBs derivadas de consignados inexistentes gerados pela Tirreno). A PF classifica as operações como de finalidade contábil imediata, sem fundamento econômico. O BRB declara que seus ex-dirigentes não devem ser confundidos com a instituição, que se apresenta como vítima, e admite ter comprado carteiras que não podia auditar por falta de documentos.

AlegadoGraveFonte: Diário de Cuiabá (Folhapress) · original (abre em nova aba)seções Valores e Natureza dos valores#f03-pf-17bi-folhapress

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Reportagem do Brasil de Fato sobre o relatório da PF: prejuízo de cerca de R$ 17 bi em operações desde 2024 (estimativa da PF, decisão do TRF-1 de 28/11/2025 como fonte do número); fluxo 'atípico' de R$ 12,2 bi do BRB ao Master nos primeiros meses de 2025, acima do limite de exposição; preço proposto de 75% do PL do Master, estimado em R$ 3,5 bi (base jun/2024); 'prêmio' de R$ 5 bi mencionado em conversa de 15/03/2025 como hipótese; anúncio da aquisição em 28/03/2025; Inquérito 5.026 no STF, relator André Mendonça.

AlegadoGraveFonte: Brasil de Fato · original (abre em nova aba)tabela de valores e datas#f03-pf-valores-natureza-bdf

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

O Brasil de Fato (15/10/2026) registra que o BRB repassou cerca de R$ 16,7 bi ao grupo de Vorcaro entre julho de 2024 e outubro de 2025, dos quais R$ 12,2 bi envolvem operações com indícios de fraude; O Tempo da o mesmo R$ 16,7 bi como valor 'injetado' no Master.

Segundo relatório do BC de dezembro de 2025, obtido pelo UOL, o BRB comprou R$ 33,9 bi em ativos ligados ao Master e empresas relacionadas; R$ 15,7 bi em carteiras foram devolvidos após identificação de problemas e substituídos por outros ativos (cotas de fundos, empréstimos, títulos); a perda potencial chega a R$ 11,4 bi; cerca de R$ 2,6 bi (R$ 2,06 bi em consignados da Tirreno e R$ 580 mi em créditos inexistentes ou com problemas de origem) foram tratados como perda integral; R$ 3,5 bi em empréstimos e títulos seriam problemáticos se não houver comprovação de capacidade de pagamento dos devedores; R$ 5,2 bi em cotas de fundos foram questionados.

Fonte únicaFonte: Times Brasil (cita reportagem do UOL) · original (abre em nova aba)seções Valores principais e Ressalvas#f03-bc-relatorio-33-9bi

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

BRB - Banco de Brasília S.A. (set. 2026): O BRB diz que as operações fazem parte do conjunto de transações ligadas ao ecossistema do Master, em reavaliação pelo banco e por órgãos competentes; afirma que ex-dirigentes não se confundem com a instituição, que se apresenta como vítima, e admite ter comprado carteiras que não podia auditar por falta de documentos.

Em fato relevante de 20/04/2026 o BRB informou que, após aprovação do Conselho de Administração, celebrou memorando de entendimentos com a Quadra Capital para estruturar fundo de investimento destinado a receber ativos do BRB oriundos de operações recebidas do Master. Valor de referência: R$ 15 bi, composto por parcela financeira à vista de no mínimo R$ 3 bi e até R$ 4 bi e parcela remanescente estimada entre R$ 11 bi e R$ 12 bi em cotas subordinadas do fundo; efetivação sujeita a condições precedentes.

O Correio Braziliense descreve a negociação com a Quadra como R$ 20 bi em valor de face, R$ 15 bi negociados após deságio, R$ 4 bi à vista, e R$ 1,9 bi absorvidos pelo mercado financeiro (carteiras de atacado, varejo, fundos e CRIs); o texto atribui R$ 21,9 bi aos ativos adquiridos do Master.

Em fato relevante de 17/07/2026 o BRB comunicou que, por não concluídas as diligências e por alterações relevantes de escopo, decidiu não dar continuidade a operação no âmbito do MoU com a Quadra e comunicou formalmente a decisão a gestora; a estratégia em relação aos ativos não muda e podem ser avaliadas alternativas com outros participantes.

Em 09/06/2026 a CLDF aprovou, com emendas, por 11 votos a favor, 9 contra, 1 abstenção e 3 ausências, o PL 2363/2026 do Executivo distrital, que ratifica o acordo homologado pelo STF e autoriza o GDF a contrair empréstimo de até R$ 6,6 bi junto ao FGC para fortalecer o BRB, com contragarantias do FPE e do FPM e vedação de novos concursos e de alterações de carreira que aumentem despesas até a quitação ou nível A+ de capacidade de pagamento.

A Agência Brasil informa que a securitização de dívida do GDF rendeu R$ 1,17 bi recebidos em 25/05/2026, já integralizados; o BRB espera ao menos mais R$ 3 bi em operação estruturada com o BTG Pactual; faltariam R$ 2,2 bi para os R$ 8,8 bi de necessidade de capital.

O inquérito sobre as operações BRB-Master tramita no STF como Inquérito 5.026, sob relatoria do ministro André Mendonça segundo o Brasil de Fato; relatório policial com mais de 2,5 mil páginas cita o BRB mais de 50 vezes.

Fonte únicaFonte: Brasil de Fato · original (abre em nova aba)seção Procedimento e decisão#f03-inq5026-mendonca

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Em 16/04/2026, na quarta fase da Operacao Compliance Zero (dois mandados de prisao e sete de busca em SP e DF), a PF prendeu o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa e o advogado Daniel Monteiro; sao investigados corrupcao, lavagem, crimes financeiros e organizacao criminosa. A PF investiga se Costa recebeu R$ 140 milhoes de Vorcaro como suposta propina para viabilizar a compra do Master pelo BRB; o advogado teria ajudado a repassar seis imoveis de luxo a Costa por empresas de fachada. Costa nega (defesa: Cleber Lopes).

Paulo Henrique Costa (16 abr. 2026): O advogado Cleber Lopes critica a prisão e afirma que o cliente não cometeu crime; em 15/10/2026 a defesa diz que ele foi presidente do banco, não dono, que decisões desse porte exigiam aprovação do conselho e que o acionista majoritário era o GDF.
Governo do Distrito Federal (GDF) (16 abr. 2026): Nota do gabinete da governadora Celina Leão diz que os fatos estão sob análise do Judiciário e que o governo se compromete com transparência e cooperou com as autoridades; a governadora disse que a prisão não afeta a gestão e que quem errou terá de pagar.

A 13a Vara Cível do DF, em liminar pedida pelo BRB, bloqueou e arrestou participações acionárias no capital do BRB (cerca de R$ 376,4 mi) de pessoas físicas não nomeadas, fundos (Deneb, Borneo, Siracusa, Delta e Asterope) e empresas (Blue Solutions e Casamata), sob a alegação do BRB de que ingressaram no capital de forma ilegal; o processo e sigiloso. O Metrópoles, citado pela reportagem, diz que Vorcaro, Mauricio Quadrado, Nelson Tanure e João Carlos Mansur teriam se tornado sócios do BRB por meio de terceiros; Tanure nega.

Nelson Tanure (26 fev. 2026): A defesa nega que ele tenha ações do BRB, seja cotista dos fundos que as compraram ou conheça a decisão judicial.

A PF informa, em relatório de 27/08/2026 ao ministro André Mendonça, que a prisão preventiva de Daniel Vorcaro na 1ª fase foi decretada pela 10ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do DF e que, na mesma ocasião, foi autorizada busca pessoal, na qual o celular dele foi apreendido; a PF descreve a apuração como fraudes na cessão de carteiras de crédito de cerca de R$ 12 bilhões do Master ao BRB.

Comprovado por documentoFonte: Polícia Federal (NADIP/DFIN/CGRC/DICOR) · original (abre em nova aba)item 3 (Contextualização), p. 3#f05-cz-preventiva-10vara

A PF afirma que Paulo Henrique Costa combinou com Vorcaro o recebimento de R$ 146,5 milhões em vantagem indevida, pagos por meio de imóveis, dos quais ao menos R$ 74 milhões teriam sido efetivamente pagos; Costa nega.

ContestadoGraveFonte: Jovem Pan · original (abre em nova aba)seção da 4ª fase#f05-cz-fase4-imputacao-propina
Paulo Henrique Costa (16 abr. 2026): Segundo a Jovem Pan, Paulo Henrique Costa nega o recebimento de vantagem indevida; o texto não detalha a forma da negativa nem traz a nota da defesa.

Em 15/10/2026 Vorcaro prestou seu terceiro depoimento a PF (cerca de quatro horas, com o delegado na Papudinha) no inquerito sobre as operacoes entre o Master e o BRB; negou a fraude de R$ 12 bilhoes, chamou a Compliance Zero de 'acodada' e disse que o negocio da Tirreno nao foi concluido nem causou prejuizo; a defesa vai pedir pericia. A PF, em relatorio ao STF, fala em 'circularidade economica e dependencia financeira artificialmente construida'.

Confirmado por fontes independentesGraveFonte: Gazeta do Povo · original (abre em nova aba)seções 'O que Vorcaro disse', 'Defesa' e 'Contraponto'#f05-vorcaro-depoimento-2026-10-15
Daniel Vorcaro (15 out. 2026): A defesa diz que Vorcaro depôs de forma colaborativa e respondeu a todas as perguntas, que a versão inicial da investigação não se sustenta no plano factual ou jurídico, pede arquivamento do inquérito BRB-Master e revogação da preventiva por ausência de prova de ilícito, e disse que apresentaria contestação cível e pediria perícia.

O que ainda não se sabe

  • Fatos relevantes de 28/03/2025 e 03/09/2025 e demonstrações financeiras anteriores não foram abertos (lista de 2025 do RI não carregou).
  • Balanço do 3T/4T de 2025 não publicado até onde se leu; sem perda reconhecida em balanço.
  • Composição do Conselho de Administração e da Dicol em 28/03/2025 e em cada compra não localizada.
  • Ficha em F03.
  • Perda do BRB não está definida nas fontes desta frente (ver F03).

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