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Daniel VorcaroO caso Banco Master

Escritório de advocacia

Barci de Moraes Sociedade de Advogados

Documentado

Principais fatos

Em 16/01/2024 o Banco Master e o escritório Barci de Moraes Sociedade de Advogados firmaram contrato de honorários com 36 parcelas mensais de R$ 3 milhões líquidos (R$ 108 milhões líquidos no total); os tributos previstos (17,73%) elevam a parcela bruta a R$ 3.646.529,77.

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seção 'Contrato 1'#f04-barci-contrato-2024-01

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
16 jan. 2024
Fonte
Saiba o que é conhecido sobre os 2 contratos da mulher de Moraes com o Master — Poder360, 2 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Contrato descrito por duas reportagens (Poder360 e Correio Braziliense) a partir do mesmo material divulgado após o STF retirar o sigilo; não são confirmações independentes entre si. Íntegra do contrato não examinada. Alíquota e bruto mensal vêm do Correio Braziliense (fonte:f04-correiobraziliense-barci-108mi-2026-09-11); o bruto total de R$ 131,3 milhões é cálculo das reportagens, não consta do contrato. O escopo descrito (programa de integridade, inquéritos, processos administrativos e judiciais, até junto a BC, Receita e Cade) não demonstra serviço efetivamente prestado.
Citados
Banco Master, Barci de Moraes Sociedade de Advogados, Viviane Barci de Moraes
Estado
Revisado

O escritório afirma que assinou o contrato com o Banco Master e prestou consultoria jurídica ampla entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, com equipe de 15 advogados, 79 reuniões presenciais na sede do banco, 36 pareceres e três escritórios terceirizados; diz que não atuou no STF em causas do banco e que Moraes nunca julgou caso do banco.

AlegadoFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seção 'Alegações do escritório'#f04-barci-nota-escritorio

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Detalhes da evidência
Fato
mar. 2026
Fonte
Saiba o que é conhecido sobre os 2 contratos da mulher de Moraes com o Master — Poder360, 2 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Alegação da própria parte; o projeto não examinou pareceres, atas ou registros de reuniões. O Poder360 informa também que Moraes editou a última versão do contrato, o que o escritório confirmou.
Confirmam
Banco Master pagou mais de R$ 80 milhões a escritório da esposa de Moraes, diz Receita Federal
Citados
Barci de Moraes Sociedade de Advogados, Viviane Barci de Moraes, Alexandre de Moraes
Estado
Revisado

O relatório da PF lista como anexos: a minuta final do contrato entre o escritório Barci de Moraes e o Banco Master, assinado por Vorcaro em 23/01/2024; o contrato entre o mesmo escritório e a Viking Participações; um termo de acordo e dação em pagamento entre a Viking e o escritório; e as conversas entre Vorcaro e o contato salvo como 'Alexandre de Moraes BRASILIA'.

Detalhes da evidência
Fato
27 ago. 2026
Fonte
Informação de Polícia Judiciária de Análise (IPJ-A) nº 3298613/2026 - celular de Daniel Vorcaro (Pet 15.556 / Pet 16.662) — Polícia Federal (NADIP/DFIN/CGRC/DICOR), 27 ago. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Prova que o relatório da PF anexa esses documentos; os anexos em si não foram abertos nem conferidos pelo projeto. O contrato é tema de F04 (pagamentos): valores e natureza (contratado, pago) não são tratados aqui.
Citados
Barci de Moraes Sociedade de Advogados, Banco Master, Viking Participações Ltda., Daniel Vorcaro, Alexandre de Moraes, Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026
Estado
Documentado

Segundo reportagens sobre o relatorio da PF (IPJ-A 3298613/2026), a PF identificou no celular de Vorcaro um contato salvo como 'Alexandre de Moraes BRASILIA' e 52 notas (capturas de tela, 5 delas enviadas em 17/11/2025 pelo chat de visualizacao unica; as respostas do ministro nao aparecem), ao menos seis encontros entre fev/2024 e ago/2025 (o primeiro, jantar em 02/02/2024) e um contrato do Master com o escritorio Barci de Moraes, da esposa do ministro, superior a R$ 130 milhoes (R$ 3,6 mi por mes por tres anos), cujo arquivo de minuta tem como ultimo editor o usuario 'Ministro Alexandre de Moraes' em 11 e 15/01/2024 (nome de usuario do arquivo). A PF diz ainda que um segundo contrato, de ate R$ 50 milhoes, com a Viking, foi assinado em 12/05/2025; Moraes e o escritorio negam que exista.

ContestadoGraveFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seção 'O que mostra o relatório da PF'#f05-pet16662-mensagens-contrato
Barci de Moraes Sociedade de Advogados (20 set. 2026): Segundo a CNN Brasil, o escritório disse que o setor de compliance consultou o ministro Moraes, na condição de marido da sócia-diretora, sobre eventuais impedimentos; que o contrato foi assinado e os serviços prestados; que Moraes nunca julgou causa envolvendo o Master; que nenhum dos voos em aeronaves da Prime Aviation teve Vorcaro ou pessoa alheia ao escritório; e que o segundo contrato (Viking) não existe. Em abril, classificara como incorretas e vazadas ilicitamente as informações da Receita sobre pagamentos de R$ 80,2 milhões.
Detalhes da evidência
Fato
jan. 2024
Fonte
Voo em jatinho e mensagens: o que se sabe sobre o caso Moraes e Vorcaro — CNN Brasil, 20 set. 2026
Acesso
Trecho examinado pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
A CNN registra que dados da Receita enviados a CPI mostrariam R$ 80,2 mi recebidos pelo escritorio entre 2024 e 2025 (o escritorio chama os numeros de incorretos e vazados), o que contradiz a ideia de que os valores foram so 'contratados, nao pagos'; mesmo assim, dinheiro pago ao escritorio da esposa NAO e dinheiro recebido pelo ministro. O relatorio da PF nao o apresenta como investigado. O escritorio diz que o compliance consultou o ministro, que nao viu impedimento.
Confirmam
Leia as íntegras de documentos que revelam relação de Moraes com Vorcaro; Gonet diz que Mendonça sabia que ordem levaria PF a investigar Moraes
Citados
Alexandre de Moraes, Daniel Vorcaro, Barci de Moraes Sociedade de Advogados, Viking Participações Ltda., Pet 16.662 - relatório da PF (IPJ-A 3298613/2026) sobre o celular de Vorcaro, desentranhado da Pet 15.556; sigilo levantado em 01/09/2026; relatoria transferida à Presidência em 12/09/2026; questão de ordem sobre julgamento conjunto com a Pet 16.704 suspensa por vista em 15/09/2026
Estado
Revisado

Em 22/08/2025, o ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, voaram em um Legacy 650 e desembarcaram no Santos Dumont (Rio), conforme vídeo divulgado por O Globo em 20/09/2026. A PF afirma que a aeronave pertencia a uma empresa de Vorcaro; o escritório Barci de Moraes diz que contrata táxi aéreo, cita a Prime Aviation entre as empresas usadas e nega que algum voo de integrante do escritório tenha tido Vorcaro ou terceiro alheio ao escritório a bordo.

ContestadoFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seção sobre o voo#f06-voo-moraes-0822
Barci de Moraes Sociedade de Advogados (20 set. 2026): O escritório diz contratar táxi aéreo (Prime Aviation está entre as empresas usadas) e que nenhum voo com integrantes do escritório teve Vorcaro ou pessoa alheia a bordo; nega a existência do segundo contrato; sobre o contrato de R$ 130 milhões, diz que o compliance consultou o ministro, que respondeu não haver impedimento. Moraes não tem manifestação direta nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
Fato
22 ago. 2025
Fonte
Voo em jatinho e mensagens: o que se sabe sobre o caso Moraes e Vorcaro — CNN Brasil, 20 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Vídeo (O Globo) e relatório da PF não examinados pelo projeto. A matéria não informa a origem do voo, nem quem operava naquele voo, nem se Vorcaro estava a bordo. A propriedade da aeronave por 'empresa de Vorcaro' é afirmação da PF; o escritório contesta o enquadramento. Não demonstra pagamento do voo por Vorcaro.
Citados
Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, Daniel Vorcaro, Barci de Moraes Sociedade de Advogados, Polícia Federal
Estado
Revisado

A PF sustenta que o voo de 22/08/2025 ocorreu depois de negociações do escritório de Viviane de Moraes para um segundo contrato, de até R$ 50 milhões, com a Viking Participações, empresa representada por Vorcaro; o escritório nega a existência desse segundo contrato. A matéria cita ainda um contrato assinado em 12/05/2025 (a redação não deixa claro a qual dos contratos se refere) e outro de R$ 130 milhões, assuntos da frente F04.

ContestadoGraveFonte: CNN Brasil · original (abre em nova aba)seção sobre contexto do voo#f06-voo-moraes-contexto-contrato
Barci de Moraes Sociedade de Advogados (20 set. 2026): O escritório diz contratar táxi aéreo (Prime Aviation está entre as empresas usadas) e que nenhum voo com integrantes do escritório teve Vorcaro ou pessoa alheia a bordo; nega a existência do segundo contrato; sobre o contrato de R$ 130 milhões, diz que o compliance consultou o ministro, que respondeu não haver impedimento. Moraes não tem manifestação direta nas fontes lidas.
Detalhes da evidência
Fato
22 ago. 2025
Fonte
Voo em jatinho e mensagens: o que se sabe sobre o caso Moraes e Vorcaro — CNN Brasil, 20 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Ordem cronológica não é prova de troca de vantagem. A interpretação do vínculo entre voo e negociação contratual é da PF, segundo a matéria. Segundo a CNN, Moraes e o escritório negam a existência do segundo contrato; o escritório diz ainda que seu compliance consultou o ministro, que respondeu não haver impedimento. Honorários profissionais não são, por si, propina.
Citados
Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, Barci de Moraes Sociedade de Advogados, Viking Participações Ltda., Daniel Vorcaro
Estado
Revisado

Segundo relatório da PF de 218 páginas (descrito pelo Poder360), em 12/5/2024 Vorcaro pediu à responsável de marketing do Master que providenciasse ingressos para um dos filhos de Alexandre de Moraes para jogo Atlético-MG x Grêmio na Arena MRV, ela respondeu que faria isso, e a PF classifica o pedido como 'convites'; o relatório não informa quem pagou nem valores.

ContestadoFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seção Fatos do episódio#f07-ingressos-vip-atletico-mg

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Barci de Moraes Sociedade de Advogados (1 set. 2026): O escritório onde trabalham os filhos do ministro disse que os convites se referiam a evento solidário na Arena MRV e que jamais foram solicitados ou recebidos por nenhum deles. O ministro, a defesa de Vorcaro e Ana Matos não responderam até a publicação.
Detalhes da evidência
Fato
12 maio 2024
Fonte
Vorcaro deu ingressos VIP para filhos de Moraes em jogo do Atlético-MG — Poder360 (Redação Poder360), 1 set. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
O título fala em 'deu ingressos VIP'; o corpo descreve pedido e resposta, sem comprovar entrega. O escritório Barci de Moraes diz que os convites se referiam a evento solidário na Arena MRV e que 'jamais foram solicitados ou recebidos' por nenhum dos filhos. O ministro, Vorcaro e Matos não responderam até a publicação. Familiar adulto de autoridade não é a autoridade; nenhum nome de filho foi registrado. Relatório da PF não examinado.
Citados
Daniel Vorcaro, Ana Matos, Banco Master, Polícia Federal
Estado
Revisado

Operações e pagamentos

Relações documentadas

  • Contrato Banco Master — Contrato de honorários de 16/01/2024 (R$ 108 milhões líquidos em 36 parcelas). (16 jan. 2024) [evid]
  • Pagamento documentado Banco Master — Pagamentos declarados à Receita de R$ 80.223.653,84 (fev/2024 a nov/2025). (fev. 2024 a nov. 2025) [evid]
  • Contrato Viking Participações Ltda. — Contrato de 12/05/2025 (teto R$ 50 milhões) e termo de dação de 19/05/2025 segundo a PF; escritório nega assinatura. (12 maio 2025) [evid]
  • Administração Viviane Barci de Moraes — Titular do escritório, segundo as reportagens. (2024) [evid]
  • Outra Alexandre de Moraes — Editou a última versão do contrato de 16/01/2024, segundo documento extraído do celular de Vorcaro; o escritório confirma. Não há pagamento a ele. (jan. 2024) [evid]

Cronologia

Outras evidências que citam esta entidade

Segundo o Correio Braziliense, o contrato previa implantação e acompanhamento de programa de integridade, consultoria em procedimentos e inquéritos policiais e atuação em processos administrativos e judiciais (inclusive perante Banco Central, Receita Federal e Cade), com extensão aos sócios e acionistas controladores do banco.

Fonte únicaFonte: Correio Braziliense · original (abre em nova aba)seção sobre escopo do serviço#f04-barci-escopo-contrato

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Reportagem de dezembro de 2025 (O Globo, confirmada pela Gazeta do Povo) descreveu contrato encontrado no celular de Vorcaro com parcelas de R$ 3,6 milhões mensais por três anos, total previsto de R$ 129 milhões; a PF não sabia quanto havia sido efetivamente pago.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

A Reuters, ao revisar registros fiscais obtidos por investigação do Congresso, listou R$ 40 milhões pagos em 2025 ao escritório de Viviane Barci de Moraes; o escritório disse que as informações foram vazadas ilegalmente e que os valores dos documentos estão errados, sem detalhar.

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Barci de Moraes Sociedade de Advogados (mar. 2026): O escritório não confirma informações que diz terem sido vazadas ilegalmente e afirma que valores nos documentos estão errados (Reuters). Diz ter assinado um único contrato com o Master e prestado consultoria jurídica ampla entre fev/2024 e nov/2025. Sobre o segundo ajuste de maio de 2025: nega transferência ou substituição do contrato, diz que a proposta de quitação não foi aceita, que nada foi assinado e que o contrato original foi extinto com a liquidação. Admite que Moraes editou a última versão do contrato (Poder360).

Segundo o relatório da PF descrito pelo Poder360, em março de 2024 Vorcaro teria afirmado a uma funcionária que o pagamento ao escritório era o 'mais importante' e orientado que o envio fosse feito 'do jeito que for'.

AlegadoFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seção 'Pagamentos efetivamente feitos'#f04-barci-mensagem-prioridade

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Documento extraído do celular de Vorcaro indica que o ministro Alexandre de Moraes editou a última versão do contrato de 16/01/2024; o escritório confirmou a edição.

Fonte únicaFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seção 'Contrato 1', item Edição#f04-barci-moraes-editou-contrato

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Segundo o relatório da PF, em 12/05/2025 o escritório e a Viking Participações (representada por Vorcaro) teriam firmado contrato com teto de R$ 50 milhões líquidos e vigência de 36 meses; em 19/05/2025, um Termo de Acordo e Dação em Pagamento previa quitar R$ 50 milhões em serviços com R$ 40 milhões em ações de duas empresas ligadas a aeronaves (Fraction 024, dona de um Legacy 650, e Fraction 053, em aquisição de um helicóptero EC 155 B1) e R$ 10 milhões por reembolso de despesas.

ContestadoGraveFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seções 'Contrato 2' e 'Termo de Acordo e Dação'#f04-viking-contrato-dacao

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Barci de Moraes Sociedade de Advogados (mar. 2026): O escritório não confirma informações que diz terem sido vazadas ilegalmente e afirma que valores nos documentos estão errados (Reuters). Diz ter assinado um único contrato com o Master e prestado consultoria jurídica ampla entre fev/2024 e nov/2025. Sobre o segundo ajuste de maio de 2025: nega transferência ou substituição do contrato, diz que a proposta de quitação não foi aceita, que nada foi assinado e que o contrato original foi extinto com a liquidação. Admite que Moraes editou a última versão do contrato (Poder360).

A PF interpreta que Vorcaro buscou formas jurídicas de repassar as cotas das aeronaves sem que o escritório aparecesse como sócio de empresas ligadas ao Master.

AlegadoGraveFonte: Poder360 · original (abre em nova aba)seção 'Aeronaves', item Interpretação da PF#f04-viking-interpretacao-pf

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Barci de Moraes Sociedade de Advogados (mar. 2026): O escritório não confirma informações que diz terem sido vazadas ilegalmente e afirma que valores nos documentos estão errados (Reuters). Diz ter assinado um único contrato com o Master e prestado consultoria jurídica ampla entre fev/2024 e nov/2025. Sobre o segundo ajuste de maio de 2025: nega transferência ou substituição do contrato, diz que a proposta de quitação não foi aceita, que nada foi assinado e que o contrato original foi extinto com a liquidação. Admite que Moraes editou a última versão do contrato (Poder360).

O Times Brasil afirma que o segundo acordo (maio de 2025, R$ 50 milhões) foi pago em parte com cotas de aeronaves (cerca de R$ 38,6 milhões) e em parte com notas fiscais de despesas de voo.

ContestadoGraveFonte: Times Brasil · original (abre em nova aba)seção sobre o segundo acordo#f04-viking-conflito-timesbrasil
Barci de Moraes Sociedade de Advogados (mar. 2026): O escritório não confirma informações que diz terem sido vazadas ilegalmente e afirma que valores nos documentos estão errados (Reuters). Diz ter assinado um único contrato com o Master e prestado consultoria jurídica ampla entre fev/2024 e nov/2025. Sobre o segundo ajuste de maio de 2025: nega transferência ou substituição do contrato, diz que a proposta de quitação não foi aceita, que nada foi assinado e que o contrato original foi extinto com a liquidação. Admite que Moraes editou a última versão do contrato (Poder360).
Daniel Vorcaro (9 jun. 2026): Em nova proposta de delação, segundo o Correio da Manhã, Vorcaro afirma que o contrato foi lícito, que Moraes não ofereceu contrapartida para os pagamentos, que o escritório recebeu R$ 80,2 milhões até a liquidação e que um novo contrato de R$ 50 milhões nunca foi assinado. É declaração do pagador em proposta de delação; não confirmação independente.

Em nova proposta de delação (junho de 2026), segundo o Correio da Manhã, Vorcaro disse que o contrato foi firmado de forma lícita, que Moraes não ofereceu contrapartida para os pagamentos, que o contrato previa R$ 129 milhões em três anos, que o escritório recebeu R$ 80,2 milhões até a liquidação e que um novo contrato de R$ 50 milhões, para cobrir o restante, não chegou a ser assinado.

O que ainda não se sabe

  • Serviços prestados não verificados.
  • Contratos não examinados; valores contratados e pagos ficam com F04.
  • Contratos e honorários são tema da F04
  • Contratos do escritório com o Master pertencem à frente de pagamentos.

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