Em nota, o Governo de São Paulo afirmou que a PKL Credcesta foi credenciada em maio de 2022 na gestão de Rodrigo Garcia (PSDB), por procedimento administrativo com critérios objetivos; que foi suspensa quando o Banco Central a liquidou; que responde por 3,4% de R$ 634 milhões movimentados em consignados (chegou a 5,26%); que a escolha da instituição cabe ao servidor; e que contratos vigentes são honrados por orientação da PGE.
Estado de São Paulo (governo estadual) (4 set. 2026): Repudia as insinuações; diz que a PKL foi credenciada em maio de 2022 na gestão anterior, que a atual gestão não a credenciou nem contratou, que a empresa responde por 3,4% de R$ 634 milhões em consignados (chegou a 5,26%), que a suspensão ocorreu quando a empresa perdeu condições de operar e que os contratos vigentes são honrados por orientação da PGE.
Detalhes da evidência
- Fato
- 4 set. 2026
- Fonte
- Governo de SP nega favorecimento à Credcesta, ligada ao Banco Master — Correio Braziliense (Eduarda Esposito), 5 set. 2026
- Acesso
- Íntegra examinada pelo projeto
- Consulta
- 17 out. 2026
- Limites
- Versão do governo estadual. As datas e o objeto da liquidação divergem entre as reportagens (o Correio fala em liquidação da instituição em fevereiro de 2026; o Poder360/NC News falam em suspensão do código de desconto em 19/02/2026, após a liquidação do Master em 18/11/2025); o projeto não resolveu.
- Confirmam
- Vorcaro diz que doações a Tarcísio e Bolsonaro foram propina; Credcesta ficou três anos no governo Tarcísio e movimentava R$ 25 milhões por mês
- Citados
- Estado de São Paulo (governo estadual), PKL One Participações S.A., Rodrigo Garcia, Tarcísio de Freitas
- Estado
- Revisado