Fachin abriu a Pet 16.704, desdobrada da Pet 16.662, com prazo de cinco dias úteis para que Moraes, Mendonça, o PGR Gonet e o diretor-geral da PF Andrei Rodrigues prestassem informações; a Pet decorre de pedido de Moraes, feito no Inq 4.781 (inquérito das fake news), para investigar Mendonça com base em relatórios de inteligência da PF que apontariam irregularidades na condução das Pets 15.041 (Operação Sem Desconto) e 15.556 (Compliance Zero). O STF diz que as medidas servem apenas para reunir informações.
Fachin abre processo e dá 5 dias para Moraes, Mendonça, PGR e diretor-geral da PF explicarem investigação no STF
HJUR · 3 set. 2026
Documentado Fonte secundária
- Acesso pelo projeto
- Trecho examinado pelo projeto
- Consultado em
- 17 out. 2026
- Endereço original
- https://hjur.com.br/fachin-abre-processo-e-da-5-dias-para-moraes-mendonca-pgr-e-diretor-geral-da-pf-se-explicarem-investigacao-no-stf/
O que este documento sustenta no acervo
Moraes enviou à Presidência do STF relatórios de inteligência da PF que apontariam possível condução política das investigações por Mendonça e suposto acesso antecipado às provas do celular de Vorcaro, e pediu apuração, incluindo hipóteses de improbidade, abuso de autoridade e crime de responsabilidade.
André Mendonça (21 set. 2026): Mendonça negou ter tido acesso antecipado às provas do celular de Vorcaro (a cópia estaria lacrada em seu gabinete), disse que os relatórios de inteligência não têm valor probatório e que usá-los seria desvio de finalidade, e rejeitou a acusação de uso político citando quebras de sigilo contra investigados de campos políticos diversos.
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