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Daniel VorcaroO caso Banco Master

Pagamentos e contratos

Operação ainda não classificada: Super Empreendimentos → desconhecido (Thiago Miranda pessoa física ou Mithi, conforme a versão)

Operação ainda não classificada

Revisado Contestado

Pagador efetivo
Super Empreendimentos
Origem conhecida dos recursos
desconhecida; PF sustenta tese de recursos de fraudes do banco (não examinada); Miranda diz ser pagamento por 10% do LeoDias
Destinatário contratual
desconhecido (Thiago Miranda pessoa física ou Mithi, conforme a versão)
Beneficiário final
Não demonstrado
Intermediário
Thiago Miranda
Finalidade declarada
Segundo Miranda e sua defesa: gestão de crise / recuperação de imagem de Vorcaro (Projeto DV). Segundo a Folha (via Brasil 247): R$ 3,5 milhões pagos pela Super à Mithi/Miranda.

Valores por natureza

Proposto, contratado, pago e recebido são coisas diferentes e não se somam.

NaturezaValorBruto/líquidoImpostosDataNotaEvidência
PagoR$ 3,5 midesconhecido—dez. 2025 a jan. 2026[evid]

Hipótese investigativa

De quem: PF (via InfoMoney e Seu Dinheiro). Financiamento de campanha de influenciadores para atacar o Banco Central (PF).

Hipótese não é fato demonstrado.

Segundo documentos da 10ª fase da Operação Compliance Zero (9/7/2026, autorizada por André Mendonça), a PF indica que Vorcaro ofereceu até R$ 2 milhões a influenciadores para atacar o Banco Central nas redes, no chamado 'Projeto DV', e teria intimidado os que recusaram; a PF atribui a coordenação ao publicitário Thiago Miranda (Miranda Comunicação/Mithi).

AlegadoGraveFonte: InfoMoney · original (abre em nova aba)seções 'O que a PF afirma' e 'Projeto DV'#f07-pf-projeto-dv-influenciadores-2mi

Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.

Thiago Miranda (10 jul. 2026): A defesa de Miranda negou qualquer ilegalidade e afirmou que, embora a investigação esteja em curso, não é correto antecipar culpa; em maio disse que o objetivo do Projeto DV não era atacar autoridades ou órgãos de Estado, que era gestão de crise de imagem, que os contratos proibiam ataques a órgãos públicos e que os contratos com oito influenciadores, assinados em dezembro de 2025, foram cancelados em janeiro de 2026 (esta última informação é de buscas jornalísticas, não de página lida). Na Gazeta do Povo, após o documentário, disse atuar dentro da lei.
Detalhes da evidência
Fato
dez. 2025 a jan. 2026
Fonte
Vorcaro oferecia até R$ 2 mi a influenciadores para atacar o Banco Central, diz PF — InfoMoney (Caio César), 10 jul. 2026
Acesso
Íntegra examinada pelo projeto
Consulta
17 out. 2026
Limites
Hipótese da PF, descrita por reportagens; decisão e relatório não examinados. As reportagens citadas se apoiam na mesma decisão: não são confirmações independentes. 'Até R$ 2 milhões' é teto de proposta/contrato (Seu Dinheiro diz 'por publicação'; InfoMoney e Gazeta do Povo dizem 'até', e Gazeta diz que 'ao menos um perfil teria recebido' R$ 2 milhões): conflito de redação entre fontes; não é valor pago demonstrado. Influenciadores não nomeados nessas fontes. A origem dos recursos ('fraudes investigadas no banco', para InfoMoney e Seu Dinheiro) é uma tese da PF não examinada.
Confirmam
De dossiê contra CEO do Itaú a influenciadores: os alvos de intimidação por Vorcaro e os pagamentos bilionários para promover o Banco Master; Vorcaro cooptou cerca de 50 influenciadores e planejou produzir filme sobre o caso Master
Citados
Daniel Vorcaro, Thiago Miranda, Mithi (MiThi / Miranda Comunicação), Banco Central, Polícia Federal
Estado
Revisado

Versão dos envolvidos

Thiago Miranda (10 jul. 2026): A defesa de Miranda negou qualquer ilegalidade e afirmou que, embora a investigação esteja em curso, não é correto antecipar culpa; em maio disse que o objetivo do Projeto DV não era atacar autoridades ou órgãos de Estado, que era gestão de crise de imagem, que os contratos proibiam ataques a órgãos públicos e que os contratos com oito influenciadores, assinados em dezembro de 2025, foram cancelados em janeiro de 2026 (esta última informação é de buscas jornalísticas, não de página lida). Na Gazeta do Povo, após o documentário, disse atuar dentro da lei.

Conciliação

CONFLITO DE FONTES: (a) pago à Mithi pela Super (Folha); (b) pago por Vorcaro, via Super, por 10% do LeoDias, e o projeto durou ~20 dias (Metrópoles); (c) pagamento por serviços, só o primeiro mês pago (Gazeta do Povo); (d) valor mensal a influenciadores (O Globo via Brasil 247). Os contratos de influenciadores abaixo podem estar dentro ou fora desses R$ 3,5 milhões: não somar.

Não somar com: Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → GPS Brasília; Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → BN Publicidade e Marketing; Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → Not Journal; Compra de participação: Flávio Carneiro → Thiago Miranda

Mesmo fluxo: Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → GPS Brasília; Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → BN Publicidade e Marketing; Publicidade: Mithi (MiThi / Miranda Comunicação) → Not Journal; Operação ainda não classificada: Daniel Vorcaro → desconhecido (influenciadores não nomeados)

Evidências

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