O prefeito de Maceió na época das aplicações era João Henrique Caldas (JHC, PSDB); segundo a Justiça Federal citada pelo Poder360, ele era o responsável legal pela unidade gestora perante o Ministério da Previdência e tinha poder de nomear e exonerar a cúpula do Iprev; a PF não pediu buscas nem bloqueio contra ele e ele não aparece entre os investigados identificados.
Documento descrito pela reportagem; íntegra não examinada pelo projeto.
João Henrique Caldas (JHC) (13 set. 2026): Por meio da assessoria, JHC diz que não é investigado no inquérito, que não determinou nem solicitou as aplicações, que o Iprev tem autonomia administrativa e financeira e que os pagamentos aos aposentados estão garantidos.
O Iprev informou que suas ações seguiram os procedimentos legais e administrativos e que o patrimônio passou de cerca de R$ 400 milhões em 2021 para mais de R$ 1,6 bilhão; a prefeitura disse cooperar com as investigações.
Segundo a Tribuna do Sertão, em 15/09/2026 João Felipe Borges é secretário municipal de Fazenda de Maceió, nomeado por JHC, e era conselheiro titular do Conselho de Administração do Iprev, representando a Fazenda, em ata de 26/12/2024; é servidor efetivo de Campos dos Goytacazes (RJ), cedido a Maceió em janeiro de 2023.